• 15 simples maneiras de melhorar seus relacionamentos no trabalho (e em casa também)

    1. Olhe nos olhos.

    Olhe as pessoas abertamente, calorosamente e diretamente nos olhos.

    2. Use uma linguagem corporal aberta.

    Enquanto conversa com alguém, mantenha o peito aberto, assim como seus braços e seu coração. Exiba um sorriso no rosto. Deixe seus olhos sorrirem, sua voz, seu coração. O sorriso é o primeiro convite para relacionar-se com o outro.

    3. Lembre-se do nome da pessoa.

    Chame as pessoas pelo nome. Isso é importantíssimo! O nome é a primeira palavra que nos define e lembrar-se disso é a melhor forma de mostrar ao outro que se interessa por ele. Por isso, ao cumprimentar, fazer alguma pergunta ou despedir-se, chame o outro pelo nome.

    4. Fale com um tom de voz amigável.

    Nada de querer mostrar que é o sabichão ou que manda no pedaço. Se você quer nutrir bons relacionamentos no trabalho ou em casa, use um tom de voz que propicie essa ligação, fale com amor.

    5. Esteja ali.

    Dê completa atenção quando estiver conversando com alguém. Isso é o mínimo. Não fique fazendo outra coisa, enquanto falam com você. Pare o que estiver fazendo e preste atenção.

    6. Elogie com sinceridade.

    Se gostar de alguma atitude demonstrada pelo outro durante a conversa, não receie em elogiá-lo. Verbalizar o que você gosta facilita que o outro te conheça também. Além de demonstrar que compreende e reconhece o outro.

    7. Seja íntegro.

    Mantenha sua palavra. Faça o que você diz que vai fazer. Viva de acordo com seus valores.

    8. Demonstre empatia.

    Saia de sua própria pele e experimente entrar na pele do outro. Considere seus sentimentos e experiências. Enxergue o mundo também pela visão dele.

    9. Cumprimente antes e depois.

    Faça um esforço para abrir e fechar suas conversas, verbais ou por e-mail, com um cumprimento agradável. Um “tudo bem”, “como vai” fazem milagres e demonstram um mínimo de educação. Não comece uma conversa abruptamente pedindo algo sem ao menos um “olá”. Isso é mais comum do que você imagina… infelizmente.

    10. Seja paciente.

    Se eu pudesse dar somente uma dica, daria esta. Seja paciente, paciente, paciente. A paciência é uma virtude e também é fruto de muito treino. Ela não cai no seu colo. Inspire e expire antes de perdê-la. Não tente apressar as coisas nem as pessoas. Tenha paciência e tudo correrá no tempo certo.

    11. Tenha consciência do que fala.

    Pense antes de falar. Que impacto suas palavras terão perante o outro? Preste atenção às suas expressões faciais, seu tom de voz, sua linguagem corporal. São essas as pistas que dirão se você está indo na direção certa ou não. Se preciso, faça os ajustes necessários. E não tenha medo de pedir desculpas por algo que falou sem pensar.

    12. Seja sincero, mas fale com jeito.

    Existe um abismo enorme entre ser sincero e ser mal educado. A verdade pode sim sempre ser dita, mas com todo o jeitinho, com jogo de cintura. Pense na mensagem que deseja transmitir e escolha bem as palavras. A verdade não precisa ser prejudicial. Como falei na dica anterior, tenha consciência do que fala.

    13. Seja confiável.

    Se você demonstrar comportamentos de uma pessoa confiável, que vive suas responsabilidades e compromissos com competência, essa é a melhor forma de comunicar quem você é. Já sabemos que atitudes valem mais do que palavras. As crianças sabem muito bem disso.

    14. Não julgue.

    Toda vez que alguém cometer um erro, seja paciente e não julgue. Essa é uma ótima oportunidade para que você possa entender os motivos do outro e o porquê de seu comportamento. Esqueça os ressentimentos e tente tirar lições dos erros dos outros também.

    15. Peça desculpas.

    Como falei, somos humanos e ninguém é perfeito. Se os outros erram, você também pode errar. E, da mesma forma que você gostaria que não te julgassem pelos seus erros, os outros também gostariam que você se desculpasse ao cometer um deslize.

    Se você precisar de dicas para se sentir mais autoconfiante, leia também este artigo. Ele também pode te ajudar a relacionar-se melhor consigo e com os outros.

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  • relacionamento, paciência, princípio 90/10
    Como se relacionar com os outros?
    Por Alenne Namba Life Coaching

    Hoje estou aqui para postar um vídeo do meu novo canal do YouTube.

    No processo de Coaching, gosto de passar esse vídeo na segunda sessão. Essa sessão tem como tema Relacionamentos e Atitudes. É quando eu e o coachee (cliente) discutimos sobre suas dificuldades relacionais, sobre uma situação desafiadora pelo qual ele já passou e que não conseguiu lidar como gostaria.

    Ali, juntos, nós buscamos rastrear o foco, buscamos compreender que soluções poderiam ser utilizadas naquela situação específica. Acabamos aprendendo que as possibilidades são infinitas.

    É um momento em que explico o Princípio 90/10. Já ouviu falar dele?

    O Princípio 90/10 nada mais é o que compreender que situações inesperadas ocorrem no nosso dia-a-dia constantemente. Entretanto, a forma como as enxergamos é que irão definir o significado daquela situação para nós.

    Costumo dar o seguinte exemplo:

    A família está sentada à mesa, tomando seu café-da-manhã. Os filhos já estão vestidos para irem à escola.
    O caçulinha, de 5 anos de idade, derruba a xícara de leite na mesa. Puxa! Molha o pão da irmã, o jornal do pai, a toalha de mesa novinha da mãe. É a cena do caos!

    Nem preciso dizer que é um acontecimento suficientemente desastroso para acabar com a manhã de toda a família. A irmã fica com fome, porque não tem mais pão. E vai chateada para a escola. O pai fica mal-humoradíssimo porque o leite molhou justamente a matéria que ele gostaria de ler. A mão, nem se fala, gritou com o filho, com a filha, com o pai. Reclamou aos berros e já sentenciou: “Já estou vendo que meu dia vai ser um inferno!”

    Sim, ela está certa!

    Da forma como deu significado para aquele acontecimento, está mandando uma mensagem para sua mente: “Prepare-se, meu dia vai ser um inferno.” E, muito provavelmente, as situações corriqueiras que ocorrerão naquele dia serão enxergados por ela como negativas. um tem para contar.

    Por que, então, Princípio 90/10?

    Porque 10% diz respeito ao fato em si, ao acontecimento, à realidade.
    E 90% dizem respeito ao significado que você dá para o fato. Ele pode ser grande, pequeno, bom, ruim, desastroso, maravilhoso! Todas essas leituras é você quem cria em sua mente, estão ligadas à sua fantasia.

    E é justamente por isso que gosto de dividir esse vídeo com os coachees justamente nessa sessão. Porque ele consegue transmitir com muita propriedade essa mensagem.

    E você? Como tem lidado com os acontecimentos que surgem no seu dia-a-dia? Na sua vida?

    Conte para mim. Comente abaixo uma situação pela qual tenha passado. Tenho sempre um prazer enorme de conhecer as histórias fascinantes que cada um tem para contar.

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  • medo, insegurança, coragem, discussões, relacionamento, brigas, conflitos
    Enfrente seus medos: 6 dicas para viver uma vida mais real
    Por Alenne Namba Life Coaching

    Aristóteles acreditava que a coragem era a qualidade mais importante num homem. “A coragem é a primeira das virtudes humanas, porque faz todas as outras possíveis“, escreveu ele. E, embora seja ainda uma das áreas mais negligenciadas da psicologia positiva, pesquisas recentes começaram a enxergar que é exatamente a coragem o que nos torna capazes de enfrentar o medo e tomar decisões desafiadoras.

    Então, como você pode treinar sua mente para te ajudar a ser mais corajoso no seu dia a dia? Não se trata apenas de enfrentar o medo, mas também de saber lidar com o risco e a incerteza. Ao que parece, nós mesmos podemos nos tornar mais corajosos com uma dose de esforço e de prática.

    Apresento para você, seis formas de enfrentar o medo e tornar-se uma pessoa mais corajosa.

    1. Seja vulnerável.
    2. Reconheça seus medos.
    3. Exponha-se àquilo que você mais teme.
    4. Pense positivo.
    5. Gerencie o estresse.
    6. Pratique atos de coragem.

    #1
    Seja vulnerável

    No livro “A coragem de ser imperfeito” da pesquisadora Brene Brown, ela defende que a crença de que não devemos mostrar nossas fraquezas nos leva a viver vidas baseadas no medo. Estamos com medo de deixar as pessoas ver quem realmente somos. Temos medo de nos expor e, por isso, evitamos a única coisa que pode nos ajudar a sermos mais corajosos: a vulnerabilidade. Coragem e vulnerabilidade estão intimamente ligadas. Para enfrentar o nosso medo é preciso “ousar muito”, ou seja, colocarmo-nos em situações em que estaremos expostos ao fracasso e às críticas.

    O que, então, tem te mantido longe dessas situações desafiadoras? Qual é o medo? Em que situações e por que você precisa ser mais corajoso? Você precisa descobrir em que situações está se protegendo da vulnerabilidade. Perfeccionismo? Controle?
    Sei que as respostas não são fáceis. Mas é justamente aí que a vida começa.

    #2
    Reconheça seus medos

    É difícil enfrentar seus medos se você é incapaz de ser honesto consigo mesmo para entender, em primeiro lugar, sobre o que exatamente esses medos dizem respeito. Agir corajosamente requer uma compreensão de suas próprias ansiedades e limitações e, em seguida, escolher lidar com elas. A negação do medo não suporta uma ação corajosa. E é por isso que você trava e se mantém a sua zona de conforto.

    Para viver uma vida corajosa, é preciso reconhecer e expressar seus sentimentos, reconhecer seus medos e os riscos advindos deles e seguir em frente, se a situação assim o exigir.

    #3
    Exponha-se àquilo que você mais teme

    Quando se trata de medo, um dos modos mais eficazes para bani-lo é forçar-se repetidamente a enfrentar exatamente aquilo que você teme. Expor-se repetidamente ao objeto do medo reduz o próprio medo, até que ele se torne algo manejável. Quer um exemplo? Dirigir. Para algumas pessoas, entrar num veículo e dirigir até o local de trabalho é uma visão aterrorizante. Mas se a necessidade se fizer imperativa, a prática forçada irá reduzir o sentimento de medo até que o ato de dirigir se torne natural.

    Uma das minhas coachees, durante um processo de Coaching Teen, me confidenciou logo na sessão de Avaliação Inicial que seu maior medo era o de conversar com a mãe e que isso poderia ser um obstáculo ao prosseguimento do processo. Ela me disse que se eu pedisse que ela fizesse isso, provavelmente ela não retornaria às sessões.

    O mais incrível foi que, depois de apenas duas sessões, ela por si só (e pela maturidade adquirida com a ajuda do Coaching) conseguiu conversar com a mãe, sem que eu tivesse feito nenhum direcionamento. Ela compreendeu que este medo a afastava da mãe e de soluções para vários problemas que ocorriam em sua vida. Para mim, foi uma felicidade absurda. Para ela, foi mais do que uma vitória.

    Este vídeo mostra exatamente do que estou falando:

    #4
    Pense positivo

    Algumas táticas do pensamento positivo já estão bem manjadas, como por exemplo repetir afirmações positivas para melhorar seu desempenho em alguma atividade. Embora, pessoalmente, eu acredite que, neste caso, uma andorinha só não faz verão, utilizar essa tática aliada a todas essas outras das quais estamos falando, pode sim ter um efeito positivo no enfrentamento do medo. Pesquisas indicam que atletas que praticavam visualizações positivas e autoafirmações eram mais capazes de lidar com as pressões de competições de alto nível e obtiveram mais sucesso.

    Eu concordo que precisamos construir o positivo (otimismo, esperança, boas energias, propósitos positivos) para direcionarmos nosso caminho para o lugar onde desejamos chegar. E essa tática, aliada a outras, pode nos levar até lá.

    #5
    Gerencie o stress

    Estresse e medo muitas vezes caminham juntos. Quase sempre o estresse se origina do medo, às vezes de uma ameaça física ou emocional criadas pela imaginação. Exemplos: medo de não conseguir passar na prova, medo de não ser aceito pelo potencial paquera, medo de fracassar na apresentação de piano… Esse estresse, fruto do medo, pode contribuir para sentimentos mais negativos ainda como a ansiedade e até mesmo a depressão.

    Pesquisas comprovam que atividade física e meditação têm o poder de diminuir os níveis de estresse e reduzir os sentimentos de ansiedade e depressão, o que poderia ajudá-lo a agir com mais coragem face aos desafios.

    #6
    Pratique atos de coragem.

    A coragem é como um músculo. Quanto mais você exercita, mais forte e presente ele se torna na sua vida. Voltando a Aristóteles, o filósofo, lembremos do que ele disse: “Nós desenvolvemos a coragem através da realização de atos corajosos.” Ou seja, a coragem é um hábito que temos de desenvolver continuamente. Como o que ele mesmo escreveu: “Você nunca vai fazer nada neste mundo sem coragem.”

    E, para finalizar, lembro também de uma frase que adoro de outro personagem que também adoro: “Nosso maior inimigo é o medo. Nós pensamos que é o ódio, mas é o medo.” Gandhi

    Comece a praticar essas dicas, uma por dia, e depois volte e me diga como foi sua experiência.

    Conhece alguém que esteja precisando dessas dicas? Compartilhe sua experiência com outras pessoas que precisam de mais um estímulo para viver uma vida mais corajosa. Comente aqui no blog ou nas nossas redes sociais.

    E se você precisar de uma forcinha para lidar com os seus medos, conte comigo.

    comofunciona

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