• 9 dicas para melhorar sua falta de tempo
    Por Alenne Namba

     

    A falta de tempo é uma reclamação constante. Você é um desses?

    Se sim, pode ocorrer de estar se sentindo estressado, com muitas atividades por fazer, com pouco espaço para relaxar e curtir a vida como gostaria.

    Mas existem diversas formas de organizar seu dia e utilizar o tempo a seu favor. São truques simples, mas que irão tornar sua rotina mais eficaz e mais leve.

    Você só precisa se decidir pelo que funciona melhor para você. Abaixo você encontrará algumas estratégias que pode ajudá-lo.

     

    1. Delegue

    Você sabe delegar? Se não, está na hora de aprender.

    Delegar é o primeiro truque para fazer seu tempo render. Eu sei que é muito comum nós assumirmos mais tarefas do que nossas 24h do dia comportam, mas é justamente isso que irá te gerar estresse e cansaço.

    Delegar não é se eximir de suas responsabilidades, mas sim priorizar aquilo que só pode ser feito por você. As demais tarefas podem e devem ser distribuídas para familiares ou funcionários, de acordo com suas habilidades e capacidades.

    Isso não só resultará em mais tempo, como fará com que você enxergue o potencial daquela pessoa para quem você delegou.

     

    2. Priorize

    Sugestão: na sexta-feira à noite, planeje sua próxima semana. Dia por dia. Faça uma lista de tarefas que precisam de sua atenção imediata. Algumas dessas tarefas precisam de mais tempo para serem finalizadas, outras são rápidas para se concluírem. Separe-as pelos dias da semana de acordo com suas prioridades.

    É importante estar atento para não encher um dos dias da semana e deixar o outro livre. Organize-se para distribuir essas atividades, de modo a conseguir concluí-las nas 24h do seu dia. Algumas tarefas precisam ser concluídas no mesmo dia enquanto outras de menor importância podem ser transportadas para o dia seguinte.

     

    3. Faça agora

    A procrastinação é uma das maiores ciladas nas quais você pode cair. E, pior, é você quem arma para cima de si mesmo.

    Isso pode resultar não só em perda de tempo essencial (lembre-se: você só tem 24h por dia!), como em energia. E acredito que você não deve estar esbanjando energia por aí…

    A procrastinação é um mal que pode afetar tanto sua vida pessoal como sua vida profissional. É importante estar atenta a ela. Por isso, se você seguiu o passo anterior, respeite sua lista e faça agora o que tem de ser feito.

     

    4. Planeje-se

    Lembra de sua lista de tarefas do passo 2? Pois é, leve-a com você. Você pode anotá-la num papel ou num bloquinho, numa agenda física ou na agenda do celular. Isso quem vai decidir é você. O importante é que seja efetivo e funcione.

    Certifique-se de que aquilo que você planejou para o dia, semana ou mês é atingível, caso contrário, estará sempre com a sensação de perda de tempo e frustração.

     

    5. Diga não

    Evite o estresse e diga não. Evite aceitar mais trabalho do que seu dia comporta. O resultado de se sobrecarregar pode ser um corpo cansado, uma mente dispersa, uma vida caótica.

    Além disso, é importante guardar alguns minutinhos do dia para rever suas prioridades na sua lista de tarefas e, mais importante ainda, guardar uns minutinhos para apenas relaxar e fazer algo que lhe satisfaça.

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    6. Defina prazos

    Sem prazo não há gestão do tempo.

    De novo: lembra de sua lista diária ou semanal de tarefas? Pois é, na frente de cada atividade, defina um prazo de tempo para finalizá-la. Quantas vezes já atendi coachees que entupiam sua segunda-feira de atividades sem se dar conta de que o dia só tinha 24 horas!

    É importante definir prazos para você perceber concretamente quanto tempo lhe resta no dia para encaixar tudo o que quer encaixar. Então defina um prazo realista e cumpra-o, para não atrasar as demais atividades do dia.

     

    7. Concentre-se

    A maioria de nós aprendeu que a multitarefa é uma forma eficiente de fazer as coisas, mas a verdade é que fazemos melhor quando nos concentramos em algo.

    Então se você quer fazer algo bem feito, faça somente aquilo e concentradamente. Foque. A multitarefa pode prejudicar sua produtividade e, consequentemente, o resultado de sua atividade. Além disso, pode atrapalhar seu planejamento, pois, se errar, terá de voltar e fazer tudo de novo.

     

    8. Levante cedo

    Eu sei, eu também gosto de dormir. Não, eu amo dormir. E sei que você também pode adorar ficar agarrado à sua caminha quentinha. Mas se você quer fazer algo de sua vida, então tem de começar o dia cedo.

    É claro que isso irá variar de pessoa para pessoa e só você pode dizer o que é sustentável para sua rotina. Mas dou aqui uma sugestão: para não ficar com sono o dia todo, tente dormir meia hora mais cedo. Desligue o celular e a tv, leia um livro, faça uma meditação, vá criando sua rotina de relaxamento antes de dormir. Assim, você acordará muito mais descansado e pronto para colocar sua lista de tarefas em prática com toda a energia do mundo.

     

    9. Faça pausas

    Se sua rotina permitir, faça algumas pausas de 5 ou 10 minutos. Mas não as jogue fora desperdiçando-as com os ladrões do tempo (redes sociais, navegação dispersa na internet, telefonemas infindáveis…). Use esse tempo para relaxar, refletir, demonstrar seu amor a alguém, escrever uma ideia que teve ao longo do dia, caminhar, regar sua plantinha, afagar seu pet, ouvir sua música preferida… Enfim, use esse tempo com algo importante e que irá fazer você se sentir melhor. Se usar com os ladrões do tempo, você acabará se sentindo culpado e o resultado será o oposto do que estou te propondo aqui.

    Por fim, para você saber se está gerindo bem seu tempo, clique aqui e faça o teste que preparei para você.

    O resultado pode ser surpreendente!

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  • Guia de Sobrevivência de Retorno ao Trabalho
    Por Alenne Namba

    Ok. Sua licença-maternidade acabou e você tem de voltar ao trabalho. Você se sente indecisa, culpada, estressada. Não é fácil deixar seu bebê em casa ou na creche e dedicar-se feliz da vida ao trabalho no escritório. Ao mesmo tempo você se sente com a sensação de liberdade longe dos choros e de toda a correria. São muitas emoções conflitantes neste momento? Respire fundo. Isso não acontece só com você…

    Algumas mães pulam de alegria só de pensar em ter uma pausa digna para o almoço ou de usar um simples fone de ouvido com suas músicas prediletas enquanto está sentada em frente ao computador trabalhando. Outras ficam animadas com o retorno às conversas de adulto e às experiências intelectuais. Entretanto, são muitas as mães que também sofrem por estarem longe dos seus pequenos e se enchem de dúvida e frustração.

    Mas a boa notícia é que é possível passar por esses altos e baixos do retorno ao trabalho sem tanta dificuldade emocional. Por isso resolvi compartilhar essas estratégias para ajudá-la a encarar as primeiras semanas com menos culpa e mais tranquilidade.

    #1
    Aprenda VOCÊ a lidar com a dor da separação

    Muitas mães me perguntam como fazem para o bebê parar de chorar toda vez que elas saem de casa para trabalhar. E eu respondo sempre: “Você tem de estar preparada para essa separação. O que seu bebê demonstra é reflexo da sua ansiedade. Se você está tranquila, transmitirá isso ao bebê. Se se sente ansiosa e culpada, também transmitirá isso ao bebê”.
    Sei que não é fácil ficar bem quando você vê aquela bolinha de gostosura chorado e estendendo as mães para você agarrá-lo antes de partir, mas é preciso entender que ele vai ficar bem e isso pode levar um tempo para se ajustar. Depende muito mais da sua aceitação.
    Suas próprias emoções vão se estabilizar, se você seguir essas dicas:
    1º Coloque uma foto de seu bebê em sua mesa.
    2º Caso o bebê fique com um parente, peça a ele que te envie por e-mail ou Whatsapp fotos de seu dia-a-dia para você poder acompanhar mesmo de longe.
    3º Tenha em mente que os bebês geralmente não apresentam problemas para ficar em creche ou com babá. Lá ele será alimentado, terá contato com outras crianças, irá brincar e será tratado com carinho. Isso não significa que você está sendo substituída (muitas mães morrem de inveja da professora ou da babá), e sim que há mais pessoas empenhadas em cuidar bem do seu bebê.

    #2
    Saiba discernir o que está acontecendo com você

    A depressão pós-parto é uma realidade e pode ocorrer a qualquer momento no primeiro ano de vida do bebê. O diagnóstico pode ser difícil de se obter, pois os sintomas são às vezes comuns entre as mãe (alterações de humor e cansaço, por exemplo).
    Mas se você sentir tristeza ou culpa excessiva, mudança no apetite, insônia, ansiedade, irritabilidade ou simplesmente não se sentir bem, procure um terapeuta imediatamente (clique aqui). É importante para você e para seu bebê que você esteja sendo cuidada também.

    #3
    Culpa? Por quê?

    Muitas são as mães que se sentem culpadas por estarem longe de seus filhos. Mas essa culpa só irá te tirar mais energia ainda da pouca que você tem nesse momento tão crucial. E isso é a última coisa que você precisa fazer por si mesma agora.
    Pergunte-se o porquê dessa culpa. O que está acionando essa culpa? Você está preocupada com quê? Está insegura com suas escolhas? Deseja ser a mãe perfeita? Compara-se com outras mães conhecidas? Compara-se com a sua própria mãe? Não sabe o que é melhor para seu bebê crescer saudavelmente?
    Quando esses pensamentos negativos aparecerem, escreva. Escreva tudo o que se passa em sua cabeça. Alivie a tensão. Coloque para fora. Descarregue. Logo essas palavras vão se transformar em respostas úteis para você. E, certamente, serão acionadoras de uma transformação positiva em sua vida.
    E se precisar de ajuda, caso a ansiedade bata mais forte, utilize esta ferramenta (clique aqui).

    #4
    Retorne com fé

    Realmente não é fácil retornar ao trabalho depois de uma longa noite mal dormida ou depois de sentir os seios doloridos por horas bombeando o leite materno, mas é preciso enxergar além.
    Não importa qual escolha você faça: ficar em casa até vê-lo crescer um pouco mais ou retomar sua carreira profissional. O que quer que você escolha, escolha com fé, com coerência e espontaneidade.
    Sabe por que digo isso? Porque é exatamente isso que estará ensinando a seu filho. Ele está percebendo tudo o que você faz e sente desde que nasceu. Ele compreende tudo e irá continuar compreendendo mesmo depois de formado na faculdade.
    Dê a si mesma uma chance de tentar. Faça o que seu coração está pedindo. Escolha com fé. Chame seu marido, sua mãe, sua sogra, sua amiga, sua babá e solicite ajuda. Mas faça isso em tom amoroso e não com voz de comando. Aceite o apoio que eles puderem dar. Você não precisa ser super mulher. Desapegue do controle e da perfeição. Esteja ciente de que está fazendo o seu melhor.
    E lembre-se: no fim do dia você poderá retornar para casa e dar aquele abraço saboroso naquele pequeno ser que estará te aguardado com um sorriso iluminado.

    E caso você precise de ajuda neste momento tão importante, sugiro que conheça o trabalho da Doula Pós-Parto e Consultora em Amamentação Cristina Schiel. Sou super fã dela, pois vejo que nasceu para o que se propõe a fazer.

    Quando falo que precisamos estar cientes de que estamos fazendo o nosso melhor e que não somos super mulheres, é desse tipo de apoio a que também estou me referindo. Por isso não pense duas vezes se estiver sentindo que não está dando conta. Procure a Cristina e sei que estarão, você e seu bebê, em boas mãos. Conheça seu blog https://mamaterna.wordpress.com/

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  • 6 perguntas que podem estar te impedindo de viver
    Por Alenne Namba

     

    Que a paixão é responsável por nos impulsionar, isso você já sabe. É ela que nos faz ir além, que nos inspira a sermos melhores, que nos motiva. Mas, muitas vezes, só paixão não é o suficiente. Muitas vezes precisamos nos livrar da bagagem que trazemos conosco e que nos impede de prosseguir motivados pela paixão.

    Recebi uma ligação de uma ex-coachee (e também muito amiga) que me deixou super feliz. Ela havia recebido uma proposta de emprego e havia aceitado, mesmo consciente de que não possuía tanta experiência quanto gostaria. Ela havia deixado isso claro ao empregador, mas estava disposta em seguir adiante. Ela sabia que este passo seria o primeiro para um objetivo tão sonhado e que agora seria possível de tirar do papel.

    E por que estou contando a história de minha ex-coachee? Porque no início do nosso processo de Coaching, essas perguntas que irei apresentar a vocês faziam parte dos questionamentos dela. Foi um processo longo porque ela havia construído ao longo dos anos uma forma habitual de pensar e de agir que a impedia de sair do lugar. Esse era seu hábito.

    Durante o processo, ela percebeu que podia compreender sobre que situações tinha controle e sobre quais outras não podia controlar. Ela compreendeu que não precisava da aprovação de ninguém para escolher a própria direção e, principalmente, que as condições para que isso acontecesse nunca seria as ideais, as perfeitas.

    Até então ela havia se mantido paralisada (foram anos assim, né, amiga?), presa onde ela se encontrava e enxergando tudo com as lentes da tristeza e da frustração. Mas foi quando ela percebeu que teria de deixar o passado no passado e desapegar-se da pessoa que havia sido até aqui. Doeu deixar-se ir, mas doeria mais ainda manter-se a mesma.

    Por isso, convido você a tomar a atitude corajosa que ela teve e perguntar para si mesmo essas 6 seguintes perguntas. Perceba se você está sendo impedido de prosseguir e veja se está se prendendo no mesmo lugar.

     

    1) Você está vivendo no passado?

    Não olhe para o passado. Tirando o Curupira, não há quem ande para trás. Mova-se olhando para a frente.

    É certo que temos de aprender com o passado, concordo. Mas não podemos nos apegar a ele. E é isso que muita gente faz.

    Você pode ter vivido experiências excelentes no passado que te fazem se agarrar a ele. Mas você também pode estar vivendo no passado para justificar por que não consegue agir assim ou assado agora, no presente. Uma ou outra situação não são saudáveis para você.

    Seus melhores dias estão no agora. É o hoje que existe. O passado já passou e o futuro ninguém ainda o tem. Você não pode trazer o passado de volta, pode apenas usá-lo como referência para seus planos. Então comece a enxergá-lo do tamanho real que ele é.

    Como um bom começo, baixe essa ferramenta gratuita e defina hoje mesmo as atividades que precisa começar a fazer.

     

    2) Você é fominha?

    Imagine que a vida é um restaurante self-service. Ali você encontra diversas opções no buffet. Mas, a não ser que você seja um fominha enlouquecido, irá escolher apenas alguns dos alimentos ali disponíveis, por mais que deseje pegar tudo o que te apetece.

    Assim é a vida. Você não irá tirar dela tudo o que deseja, algumas coisas ficarão para trás. Você não conseguirá ter sucesso em tudo. Não tem jeito, você terá de se contentar com isso.

    Tentar comer tudo o que está no buffer é pedir para ficar doente. O mesmo acontece se tentar abraçar o mundo com as mãos ou fazer tudo o que se quer agora. Não é possível, aceite. As nossas 24 horas do dia não permitem que façamos tudo. Além disso, se buscarmos isso, não apreciaremos o momento que cada atividade proporciona. Você terá quantidade mas não qualidade.

    Escolha suas batalhas, gerencie seu tempo e comece a desfrutar a vida que você está vivendo agora.

    Assista ao vídeo sobre gerenciamento do tempo clicando aqui.

     

    3) Você é bom o suficiente?

    Essa minha coachee se cobrava muito a perfeição e, junto com essa cobrança, vinha a paralisia. Com medo de errar, ela não tentava. Conhece alguém assim? Ah, eu conheço um mundo de gente que também age dessa forma (aliás, não age…).

    Você tem uma escolha, como todos nós temos, e pode usar os recursos disponíveis em você e no seu ambiente para fazer acontecer. Suas ações serão perfeitas, serão as melhores, serão as excepcionais? Não, não serão. Elas precisam somente acontecer.

    Duas amigas que estão iniciando seus projetos profissionais (uma é personal stylist e outra é terapeuta ayuverda) me fizeram questionamentos semelhantes: “Alenne, preciso ter primeiro a página no Facebook para depois mandar fazer meus cartões?” E a outra: “Alenne, não gostei tanto dessa logo como está, mas preciso iniciar meus trabalhos. Não sei se espero estar com a logo perfeita.”

    Minha resposta foi a mesma para as duas: COMECEM.

    E adicionei em seguida: “Minha logo mudou três vezes do início dos meus trabalhos para cá. E meus cartões de visita já estão na terceira edição. Não esperem estarem de frente para o melhor para começarem, basta que tenham o suficiente.” E, acreditem, o suficiente é muito menos do que imaginamos. Quer ver como é verdade?

    Quantos dos seus amigos mais bem-sucedidos foram os melhores filhos ou os melhores da escola? Quantos dos seus amigos que se cobra a perfeição estão paralisados num medo que os impede de simplesmente seguir adiante?

    Não deixe que isso aconteça a você. O sucesso dos seus projetos depende muito mais de sua criatividade, pro-atividade e atitude positiva, do que dos seus próprios indicadores de perfeição.

     

    4) Suas ideias são especiais, possuem diferencial?

    Para tudo agora e escute o que irei falar: jogue fora o conceito que diz que você não é especial o suficiente ou que não possui ideias com um mínimo de diferencial para obter sucesso. Pare com essa bobagem.

    Quantas padarias existem no seu quarteirão? E quantos são os salões de beleza? Quantos são os advogados que você conhece? E os professores? E os empresários? E os chefs de cozinha? Todos os que são bem-sucedidos possuem um diferencial ou algo que os faz serem únicos profissionalmente? Podem ser (e são!) únicos como pessoas, mas profissionalmente também? Não acredito nisso. Um ou outro pode até ser, mas não todos.

    Pare com essa ideia de que você tem de ser um em um milhão. Você não precisa inventar algo novo, se não quiser, basta fazer seu projeto acontecer e saber comunicá-lo aos outros. Enfrente a realidade e espalhe o que há de bom dentro de você. Deixe que o mundo saiba o que você pensa e o que você produz. Isso sim está mais próximo do caminho para o sucesso, do que uma ideia exclusiva e genial.

    (Ah, o Orkut também já foi uma ideia exclusiva e genial…)

     

    5) Será que já é tarde demais para você?

    Você sabe quem é John Pemberton? Eu também não sabia. Mas descobri que ele, aos 55 anos, fundou a marca mais famosa do mundo (Ih, será que é verdade?). Não sei se é a mais famosa, mas muitos são os terráqueos que conhecem a Coca-Cola, não é?

    Pois bem, não foi só ele que conquistou seus louros mais tarde na vida. Você já ouviu falar nos trintões Jan Koum e Brian Acton? São simplesmente os criadores do Whatsapp. E, olha que interessante: um deles foi rechaçado para uma vaga de trabalho no Twitter. Oh, que pena…

    Walt Disney já era um cinquentão quando tornou a Disney uma realidade. Eu comecei a viver meu sonho profissional depois dos 30 anos. Meu pai começou a escreveu seus livros aos 60 anos (foram 10 no total). Isso responde à sua pergunta?

    Acredite, nunca é tarde demais.Se você não está feliz em sua situação atual, profissionalmente ou pessoalmente, você deve isso a si mesmo. Faça alguma coisa para sair do lugar. A vida é muito curta, mas nunca é tarde demais. Pare de ficar adiando seus sonhos para amanhã ou para depois que acontecer isso ou aquilo. Simplesmente comece.

     

    6) Você está carregando uma bagagem pesada?

    É óbvio que você não pode desprezar suas experiências de vida. Mas isso não quer dizer que não precise fazer uma faxina nessa bagagem de vez em quando.

    Um dia desses, após assistir o filme Divertida Mente (assistam, por favor, é um filme obrigatório!!!), estava conversando com meus filhos sobre os amigos imaginários deles. Um ainda se lembra do seu, a outra não se lembra mais. E questionei: “Faz falta na sua vida não lembrar mais o nome de seu amigo imaginário?” Ela pensou bem e respondeu que não. Realmente não fazia mais falta na vida dela, embora seu amigo imaginário tivesse grande importância na sua vida à época.

    É exatamente disso que estou falando. Não é porque algo foi extremamente importante na nossa vida que devemos carregá-lo conosco até o fim. Não mesmo! Muitas foram as cartas de amor que recebi de ex-namorados que nem faço ideia de que lixo foram parar. Isso faz parte da reciclagem de vida. É claro que fiquei muito feliz em recebê-las na época e tê-las jogado fora não significa que não foram importantes para mim. Isso apenas quer dizer que faz mais sentido me manter com essa lembrança boa, mas não mais com esse peso parado.

    Então, que tal fazer esse exercício, essa faxina de vez em quando? Não só nas suas coisas físicas, como também nas suas memórias. Mantenha na sua bagagem só aquilo que ainda faz sentido para você. O que for só peso, livre-se, doe, jogue fora. Se você continuar carregando consigo tudo o que aconteceu com você no passado e acreditando que precisa de tudo isso para definir seu futuro, você estará sobrecarregado, e muita negatividade estará contida nessa sobrecarga.

    Agora, volte ao início desse artigo e escreva num papel suas respostas. Não, faça melhor, pegue seu Diário de Bordo e escreva suas respostas nele. Não tem um? Ah, então você precisa ler este artigo.

    Tire um momento para pensar sobre o que escreveu e trabalhe na compreensão de cada sentimento que surgir. Descobrir essas respostas é um ótimo começo, assim como fez minha coachee. Isso irá direcioná-lo para o caminho certo, o caminho que você quer seguir daqui para frente. Afinal você não é o Curupira para andar para trás.

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