• Guia de Sobrevivência de Retorno ao Trabalho
    Por Alenne Namba

    Ok. Sua licença-maternidade acabou e você tem de voltar ao trabalho. Você se sente indecisa, culpada, estressada. Não é fácil deixar seu bebê em casa ou na creche e dedicar-se feliz da vida ao trabalho no escritório. Ao mesmo tempo você se sente com a sensação de liberdade longe dos choros e de toda a correria. São muitas emoções conflitantes neste momento? Respire fundo. Isso não acontece só com você…

    Algumas mães pulam de alegria só de pensar em ter uma pausa digna para o almoço ou de usar um simples fone de ouvido com suas músicas prediletas enquanto está sentada em frente ao computador trabalhando. Outras ficam animadas com o retorno às conversas de adulto e às experiências intelectuais. Entretanto, são muitas as mães que também sofrem por estarem longe dos seus pequenos e se enchem de dúvida e frustração.

    Mas a boa notícia é que é possível passar por esses altos e baixos do retorno ao trabalho sem tanta dificuldade emocional. Por isso resolvi compartilhar essas estratégias para ajudá-la a encarar as primeiras semanas com menos culpa e mais tranquilidade.

    #1
    Aprenda VOCÊ a lidar com a dor da separação

    Muitas mães me perguntam como fazem para o bebê parar de chorar toda vez que elas saem de casa para trabalhar. E eu respondo sempre: “Você tem de estar preparada para essa separação. O que seu bebê demonstra é reflexo da sua ansiedade. Se você está tranquila, transmitirá isso ao bebê. Se se sente ansiosa e culpada, também transmitirá isso ao bebê”.
    Sei que não é fácil ficar bem quando você vê aquela bolinha de gostosura chorado e estendendo as mães para você agarrá-lo antes de partir, mas é preciso entender que ele vai ficar bem e isso pode levar um tempo para se ajustar. Depende muito mais da sua aceitação.
    Suas próprias emoções vão se estabilizar, se você seguir essas dicas:
    1º Coloque uma foto de seu bebê em sua mesa.
    2º Caso o bebê fique com um parente, peça a ele que te envie por e-mail ou Whatsapp fotos de seu dia-a-dia para você poder acompanhar mesmo de longe.
    3º Tenha em mente que os bebês geralmente não apresentam problemas para ficar em creche ou com babá. Lá ele será alimentado, terá contato com outras crianças, irá brincar e será tratado com carinho. Isso não significa que você está sendo substituída (muitas mães morrem de inveja da professora ou da babá), e sim que há mais pessoas empenhadas em cuidar bem do seu bebê.

    #2
    Saiba discernir o que está acontecendo com você

    A depressão pós-parto é uma realidade e pode ocorrer a qualquer momento no primeiro ano de vida do bebê. O diagnóstico pode ser difícil de se obter, pois os sintomas são às vezes comuns entre as mãe (alterações de humor e cansaço, por exemplo).
    Mas se você sentir tristeza ou culpa excessiva, mudança no apetite, insônia, ansiedade, irritabilidade ou simplesmente não se sentir bem, procure um terapeuta imediatamente (clique aqui). É importante para você e para seu bebê que você esteja sendo cuidada também.

    #3
    Culpa? Por quê?

    Muitas são as mães que se sentem culpadas por estarem longe de seus filhos. Mas essa culpa só irá te tirar mais energia ainda da pouca que você tem nesse momento tão crucial. E isso é a última coisa que você precisa fazer por si mesma agora.
    Pergunte-se o porquê dessa culpa. O que está acionando essa culpa? Você está preocupada com quê? Está insegura com suas escolhas? Deseja ser a mãe perfeita? Compara-se com outras mães conhecidas? Compara-se com a sua própria mãe? Não sabe o que é melhor para seu bebê crescer saudavelmente?
    Quando esses pensamentos negativos aparecerem, escreva. Escreva tudo o que se passa em sua cabeça. Alivie a tensão. Coloque para fora. Descarregue. Logo essas palavras vão se transformar em respostas úteis para você. E, certamente, serão acionadoras de uma transformação positiva em sua vida.
    E se precisar de ajuda, caso a ansiedade bata mais forte, utilize esta ferramenta (clique aqui).

    #4
    Retorne com fé

    Realmente não é fácil retornar ao trabalho depois de uma longa noite mal dormida ou depois de sentir os seios doloridos por horas bombeando o leite materno, mas é preciso enxergar além.
    Não importa qual escolha você faça: ficar em casa até vê-lo crescer um pouco mais ou retomar sua carreira profissional. O que quer que você escolha, escolha com fé, com coerência e espontaneidade.
    Sabe por que digo isso? Porque é exatamente isso que estará ensinando a seu filho. Ele está percebendo tudo o que você faz e sente desde que nasceu. Ele compreende tudo e irá continuar compreendendo mesmo depois de formado na faculdade.
    Dê a si mesma uma chance de tentar. Faça o que seu coração está pedindo. Escolha com fé. Chame seu marido, sua mãe, sua sogra, sua amiga, sua babá e solicite ajuda. Mas faça isso em tom amoroso e não com voz de comando. Aceite o apoio que eles puderem dar. Você não precisa ser super mulher. Desapegue do controle e da perfeição. Esteja ciente de que está fazendo o seu melhor.
    E lembre-se: no fim do dia você poderá retornar para casa e dar aquele abraço saboroso naquele pequeno ser que estará te aguardado com um sorriso iluminado.

    E caso você precise de ajuda neste momento tão importante, sugiro que conheça o trabalho da Doula Pós-Parto e Consultora em Amamentação Cristina Schiel. Sou super fã dela, pois vejo que nasceu para o que se propõe a fazer.

    Quando falo que precisamos estar cientes de que estamos fazendo o nosso melhor e que não somos super mulheres, é desse tipo de apoio a que também estou me referindo. Por isso não pense duas vezes se estiver sentindo que não está dando conta. Procure a Cristina e sei que estarão, você e seu bebê, em boas mãos. Conheça seu blog https://mamaterna.wordpress.com/

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  • Workshop Resgate-se

    Nós mulheres muitas vezes abrimos mão de nossas vidas para fazer tudo pelos outros. Fazemos isso com marido, filhos, pais, amigos e até com desconhecidos. Essa dedicação ao outro pode até ser uma bela característica feminina, mas só quando bem dosada.

    Quantos sonhos você deixou para trás? Quantas vezes deixou de priorizar um tempinho para si, para dedicar a si mesma?

    E quantas vezes, nesse descuidado de si, você viu seu estilo se perder, como se já não se reconhecesse mais em seu guarda-roupa?

    Você sabia que a autoestima está diretamente ligada ao modo de se vestir, de se comportar, de se relacionar com os outros?

    Foi pensando nisso, que decidi, juntamente com a super Consultora de Imagem e Estilo, Kellen Amorim, criar o Workshop Resgate-se.

    Será uma tarde para pensar só sobre você, avaliar o estado atual da sua vida e aprender a gostar mais de você mesma, do jeitinho que você é. Você irá reconhecer seu tesouro interior, que nada mais é do que a base para uma autoconfiança bem trabalhada e alinhada com sua identidade de estilo.

    Iremos bater papo, partilhar, fazer exercícios práticos com ferramentas essenciais que a ajudarão a expressar o que está guardado aí dentro e que acaba externalizado na forma de se vestir, no seu comportamento, na sua forma de se relacionar com o mundo.

    Serão somente 20 vagas para as primeiras que garantirem seu lugarzinho neste Workshop super exclusivo.

    E se você quiser se juntar a nós nessa tarde gostosa e cheia de descobertas, nós nos encontraremos para esse verdadeiro Dia de Transformação.

    A responsabilidade por sua vida é sua: RESGATE-SE.

    Clique aqui e faça sua pré-inscrição

     

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