• 6 perguntas que podem estar te impedindo de viver
    Por Alenne Namba

     

    Que a paixão é responsável por nos impulsionar, isso você já sabe. É ela que nos faz ir além, que nos inspira a sermos melhores, que nos motiva. Mas, muitas vezes, só paixão não é o suficiente. Muitas vezes precisamos nos livrar da bagagem que trazemos conosco e que nos impede de prosseguir motivados pela paixão.

    Recebi uma ligação de uma ex-coachee (e também muito amiga) que me deixou super feliz. Ela havia recebido uma proposta de emprego e havia aceitado, mesmo consciente de que não possuía tanta experiência quanto gostaria. Ela havia deixado isso claro ao empregador, mas estava disposta em seguir adiante. Ela sabia que este passo seria o primeiro para um objetivo tão sonhado e que agora seria possível de tirar do papel.

    E por que estou contando a história de minha ex-coachee? Porque no início do nosso processo de Coaching, essas perguntas que irei apresentar a vocês faziam parte dos questionamentos dela. Foi um processo longo porque ela havia construído ao longo dos anos uma forma habitual de pensar e de agir que a impedia de sair do lugar. Esse era seu hábito.

    Durante o processo, ela percebeu que podia compreender sobre que situações tinha controle e sobre quais outras não podia controlar. Ela compreendeu que não precisava da aprovação de ninguém para escolher a própria direção e, principalmente, que as condições para que isso acontecesse nunca seria as ideais, as perfeitas.

    Até então ela havia se mantido paralisada (foram anos assim, né, amiga?), presa onde ela se encontrava e enxergando tudo com as lentes da tristeza e da frustração. Mas foi quando ela percebeu que teria de deixar o passado no passado e desapegar-se da pessoa que havia sido até aqui. Doeu deixar-se ir, mas doeria mais ainda manter-se a mesma.

    Por isso, convido você a tomar a atitude corajosa que ela teve e perguntar para si mesmo essas 6 seguintes perguntas. Perceba se você está sendo impedido de prosseguir e veja se está se prendendo no mesmo lugar.

     

    1) Você está vivendo no passado?

    Não olhe para o passado. Tirando o Curupira, não há quem ande para trás. Mova-se olhando para a frente.

    É certo que temos de aprender com o passado, concordo. Mas não podemos nos apegar a ele. E é isso que muita gente faz.

    Você pode ter vivido experiências excelentes no passado que te fazem se agarrar a ele. Mas você também pode estar vivendo no passado para justificar por que não consegue agir assim ou assado agora, no presente. Uma ou outra situação não são saudáveis para você.

    Seus melhores dias estão no agora. É o hoje que existe. O passado já passou e o futuro ninguém ainda o tem. Você não pode trazer o passado de volta, pode apenas usá-lo como referência para seus planos. Então comece a enxergá-lo do tamanho real que ele é.

    Como um bom começo, baixe essa ferramenta gratuita e defina hoje mesmo as atividades que precisa começar a fazer.

     

    2) Você é fominha?

    Imagine que a vida é um restaurante self-service. Ali você encontra diversas opções no buffet. Mas, a não ser que você seja um fominha enlouquecido, irá escolher apenas alguns dos alimentos ali disponíveis, por mais que deseje pegar tudo o que te apetece.

    Assim é a vida. Você não irá tirar dela tudo o que deseja, algumas coisas ficarão para trás. Você não conseguirá ter sucesso em tudo. Não tem jeito, você terá de se contentar com isso.

    Tentar comer tudo o que está no buffer é pedir para ficar doente. O mesmo acontece se tentar abraçar o mundo com as mãos ou fazer tudo o que se quer agora. Não é possível, aceite. As nossas 24 horas do dia não permitem que façamos tudo. Além disso, se buscarmos isso, não apreciaremos o momento que cada atividade proporciona. Você terá quantidade mas não qualidade.

    Escolha suas batalhas, gerencie seu tempo e comece a desfrutar a vida que você está vivendo agora.

    Assista ao vídeo sobre gerenciamento do tempo clicando aqui.

     

    3) Você é bom o suficiente?

    Essa minha coachee se cobrava muito a perfeição e, junto com essa cobrança, vinha a paralisia. Com medo de errar, ela não tentava. Conhece alguém assim? Ah, eu conheço um mundo de gente que também age dessa forma (aliás, não age…).

    Você tem uma escolha, como todos nós temos, e pode usar os recursos disponíveis em você e no seu ambiente para fazer acontecer. Suas ações serão perfeitas, serão as melhores, serão as excepcionais? Não, não serão. Elas precisam somente acontecer.

    Duas amigas que estão iniciando seus projetos profissionais (uma é personal stylist e outra é terapeuta ayuverda) me fizeram questionamentos semelhantes: “Alenne, preciso ter primeiro a página no Facebook para depois mandar fazer meus cartões?” E a outra: “Alenne, não gostei tanto dessa logo como está, mas preciso iniciar meus trabalhos. Não sei se espero estar com a logo perfeita.”

    Minha resposta foi a mesma para as duas: COMECEM.

    E adicionei em seguida: “Minha logo mudou três vezes do início dos meus trabalhos para cá. E meus cartões de visita já estão na terceira edição. Não esperem estarem de frente para o melhor para começarem, basta que tenham o suficiente.” E, acreditem, o suficiente é muito menos do que imaginamos. Quer ver como é verdade?

    Quantos dos seus amigos mais bem-sucedidos foram os melhores filhos ou os melhores da escola? Quantos dos seus amigos que se cobra a perfeição estão paralisados num medo que os impede de simplesmente seguir adiante?

    Não deixe que isso aconteça a você. O sucesso dos seus projetos depende muito mais de sua criatividade, pro-atividade e atitude positiva, do que dos seus próprios indicadores de perfeição.

     

    4) Suas ideias são especiais, possuem diferencial?

    Para tudo agora e escute o que irei falar: jogue fora o conceito que diz que você não é especial o suficiente ou que não possui ideias com um mínimo de diferencial para obter sucesso. Pare com essa bobagem.

    Quantas padarias existem no seu quarteirão? E quantos são os salões de beleza? Quantos são os advogados que você conhece? E os professores? E os empresários? E os chefs de cozinha? Todos os que são bem-sucedidos possuem um diferencial ou algo que os faz serem únicos profissionalmente? Podem ser (e são!) únicos como pessoas, mas profissionalmente também? Não acredito nisso. Um ou outro pode até ser, mas não todos.

    Pare com essa ideia de que você tem de ser um em um milhão. Você não precisa inventar algo novo, se não quiser, basta fazer seu projeto acontecer e saber comunicá-lo aos outros. Enfrente a realidade e espalhe o que há de bom dentro de você. Deixe que o mundo saiba o que você pensa e o que você produz. Isso sim está mais próximo do caminho para o sucesso, do que uma ideia exclusiva e genial.

    (Ah, o Orkut também já foi uma ideia exclusiva e genial…)

     

    5) Será que já é tarde demais para você?

    Você sabe quem é John Pemberton? Eu também não sabia. Mas descobri que ele, aos 55 anos, fundou a marca mais famosa do mundo (Ih, será que é verdade?). Não sei se é a mais famosa, mas muitos são os terráqueos que conhecem a Coca-Cola, não é?

    Pois bem, não foi só ele que conquistou seus louros mais tarde na vida. Você já ouviu falar nos trintões Jan Koum e Brian Acton? São simplesmente os criadores do Whatsapp. E, olha que interessante: um deles foi rechaçado para uma vaga de trabalho no Twitter. Oh, que pena…

    Walt Disney já era um cinquentão quando tornou a Disney uma realidade. Eu comecei a viver meu sonho profissional depois dos 30 anos. Meu pai começou a escreveu seus livros aos 60 anos (foram 10 no total). Isso responde à sua pergunta?

    Acredite, nunca é tarde demais.Se você não está feliz em sua situação atual, profissionalmente ou pessoalmente, você deve isso a si mesmo. Faça alguma coisa para sair do lugar. A vida é muito curta, mas nunca é tarde demais. Pare de ficar adiando seus sonhos para amanhã ou para depois que acontecer isso ou aquilo. Simplesmente comece.

     

    6) Você está carregando uma bagagem pesada?

    É óbvio que você não pode desprezar suas experiências de vida. Mas isso não quer dizer que não precise fazer uma faxina nessa bagagem de vez em quando.

    Um dia desses, após assistir o filme Divertida Mente (assistam, por favor, é um filme obrigatório!!!), estava conversando com meus filhos sobre os amigos imaginários deles. Um ainda se lembra do seu, a outra não se lembra mais. E questionei: “Faz falta na sua vida não lembrar mais o nome de seu amigo imaginário?” Ela pensou bem e respondeu que não. Realmente não fazia mais falta na vida dela, embora seu amigo imaginário tivesse grande importância na sua vida à época.

    É exatamente disso que estou falando. Não é porque algo foi extremamente importante na nossa vida que devemos carregá-lo conosco até o fim. Não mesmo! Muitas foram as cartas de amor que recebi de ex-namorados que nem faço ideia de que lixo foram parar. Isso faz parte da reciclagem de vida. É claro que fiquei muito feliz em recebê-las na época e tê-las jogado fora não significa que não foram importantes para mim. Isso apenas quer dizer que faz mais sentido me manter com essa lembrança boa, mas não mais com esse peso parado.

    Então, que tal fazer esse exercício, essa faxina de vez em quando? Não só nas suas coisas físicas, como também nas suas memórias. Mantenha na sua bagagem só aquilo que ainda faz sentido para você. O que for só peso, livre-se, doe, jogue fora. Se você continuar carregando consigo tudo o que aconteceu com você no passado e acreditando que precisa de tudo isso para definir seu futuro, você estará sobrecarregado, e muita negatividade estará contida nessa sobrecarga.

    Agora, volte ao início desse artigo e escreva num papel suas respostas. Não, faça melhor, pegue seu Diário de Bordo e escreva suas respostas nele. Não tem um? Ah, então você precisa ler este artigo.

    Tire um momento para pensar sobre o que escreveu e trabalhe na compreensão de cada sentimento que surgir. Descobrir essas respostas é um ótimo começo, assim como fez minha coachee. Isso irá direcioná-lo para o caminho certo, o caminho que você quer seguir daqui para frente. Afinal você não é o Curupira para andar para trás.

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  • Conheça a diferença entre Psiquiatra, Psicólogo e Psicanalista
    Por Alenne Namba

    Semana passada iniciei o tratamento de uma determinada paciente que me fez o seguinte questionamento: “Doutora, qual é a diferença entre psiquiatra e psicanalista? Porque eu não gosto de médicos e não sei bem o que esperar aqui deste tratamento.”

    Embora eu não seja considerada uma Doutora, sei bem que essa não é uma dúvida apenas de quem já se encontra em um processo psicanalítico, mas de amigos, familiares, leitores. Eu mesma, antes de me iniciar neste mundo fabuloso da psique humana, também não entendia muito bem essa diferenciação.

    E, como uma grata surpresa, nesta semana me deparei com este vídeo do Dr. Jorge Forbes, um psicanalista e também psiquiatra extremamente influente e respeitado no Brasil (para quem quiser conhecer melhor seu trabalho, leia mais aqui, pois vale a pena). No vídeo ele explica muito claramente como se dá o trabalho de cada um destes profissionais e o que possuem em comum, ou seja, o objeto do seu trabalho, o psiquismo.

    Peço que assista toda a entrevista, mas que fique bastante atento nos 5:50 do vídeo. Esse é o ponto crucial que faz da Psicanálise essa forma de cura tão bela. Como diria Freud: “A Psicanálise é a cura pelo amor.”

     

    Agora, se você ainda se questiona qual é a diferença entre Terapia e Coaching, este outro vídeo também pode ajudá-lo a compreender a distinção dos dois processos. E, embora os métodos utilizados sejam bastante diferentes, o objetivo é bem comum: o autoconhecimento e a transformação.

     

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  • Você sabe o que é Síndrome do Impostor? Conheça esses e outros motivos que levam pessoas bem-sucedidas a procurar terapia.
    Por Alenne Namba

    Já ouvi de muita gente o papo de que terapia é só para quem não consegue realizar, fazer o que deve ser feito. Escuto, paro e penso: na-na-ni-na-não, não mesmo…

    Essa é uma falácia das mais estrondosas. Não só conheço bastante gente de sucesso que faz terapia (há anos), como eu também faço terapia (há anos) e atendo diversos pacientes bem-sucedidos. Além disso, o que é mesmo ser “bem-sucedido”??? Para mim esse termo é bastante relativo…

    Mas vamos lá. Suponhamos que estejamos falando do termo “bem-sucedido” da forma como ela é mais aceita pela sociedade. Suponhamos que queira dizer “quem chegou lá, atingiu o sucesso na carreira, na vida etc, etc, etc”. Ok.

    Possuir elevada realização pessoal/profissional não significa que tais pessoas estejam imunes à tristeza, à depressão, aos problemas de relacionamento, ao estresse, aos problemas em família, ou a qualquer outro motivo que leva os pobres mortais a buscarem uma terapia. Não mesmo.

    Tais pessoas, além de conviverem com todos esses problemas, podem ainda apresentar outros tantos bem característicos de pessoas que alcançam altos níveis de realização. E é sobre eles que irei falar hoje.

    #1

    Síndrome do Impostor

    Há poucos meses atrás li na Revista Mente & Cérebro uma reportagem que me acendeu uma luz de alerta. Ela falava sobre a Síndrome do Impostor. Eu já conhecia os sintomas, mas não sabia que já havia sido cunhada com este nome. Convivo com pessoas que sofrem com isso e fiquei feliz em ler mais sobre o assunto.

    Trata-se de uma sensação constante de não se sentir bom o suficiente, mesmo que se tenha competência e experiência comprovada para exercer a atividade para a qual foi designado. A pessoa simplesmente se considera uma fraude, mesmo que todos os indícios mostrem que ela não o é. Ao invés de sentir orgulho por suas conquistas, essa pessoa atribui seu sucesso à sorte ou a algum esforço temporário. Ela não reconhece sua capacidade pessoal.

    Normalmente são pessoas ansiosas e que podem apresentar quadro depressivo. Numa terapia, podem demorar para reconhecer seus sentimentos de inadequação. O problema tende a emergir depois de algumas sessões de terapia e se o tratamento for bem sucedido é possível que seus pensamentos se alinhem com os fatos que demonstram concretamente sua capacidade de realização. E assim, o paciente acaba por se sentir mais autêntico (e bem-sucedido de verdade).

     

    # 2

    Por trás do sucesso

    Uma pessoa bem-sucedida costuma trabalhar mais, perseverar mais e se recuperar mais rapidamente dos tombos que leva. Algumas delas conseguem agir assim espontaneamente, com naturalidade. Mas outras são dirigidas pela mágoa, pela raiva ou pela dor. Nestes casos, o que está por trás do sucesso é uma eterna angústia a ser aplacada.

    Por exemplo: há algum tempo atrás li uma reportagem de um jovem londrino, milionário da indústria de tecnologia, que disse claramente: “Meu sucesso se deve ao fato de eu ter ouvido de uma professora que eu nunca seria ninguém na vida. Eu tinha déficit de atenção e ela achava que eu era um vagabundo”. Esse garoto se agarrou a isso e esta raiva direcionou-o a um único propósito na vida: mostrar à professora e a qualquer um que ela estava errada, como uma forma de vingança.

    Você pode pensar: “Mas, Alenne, isso é positivo”. Realmente, é positivo pelo resultado do sucesso em si. Mas quando a pessoa se mantém direcionada pela raiva, não importa que patamar já tenha atingido, numa contínua busca por aprovação, aí começa a ficar patológico. Nestes casos, a terapia pode ajudar a descobrir como curar essas feridas emocionais do passado para que essas pessoas possam ser ainda mais eficazes, mas agora com comandados por um propósito mais leve, positivo e até mesmo por sua própria causa, não mais por causa de ninguém.

     

    #3

    Medo de perder tudo

    É claro que quanto mais uma pessoa consegue, mais ela tem a perder. E esse medo de perder tudo o que já se angariou pode fazer com que alguns se paralisem pelo medo. Há o temor de que suas decisões arruínem todo o resultado do esforço que já fizeram até então, afinal é resultado de um trabalho duro. Essas pessoas não admitem parar, elas continuam, continuam, continuam trabalhando loucamente (sem pausas, sem férias, sem descanso), pois não podem correr o risco de perderem tudo o que já acumularam até aqui.

    A terapia, nestes casos, pode ajudar no reconhecimento de que o patrimônio acumulado não está diretamente relacionado à autoestima. É preciso compreender que todos são passíveis de falhar e que, mesmo assim, tudo pode ficar bem. Geralmente são pessoas ansiosas e que podem aprender direcionar sua energia também para formas saudáveis de acalmar esse medo e essa angústia constantes.

     

    #4

    Estou no topo, mas estou só

    O sucesso pode afastar as pessoas de seus familiares e amigos. A distância física, fruto de horas de trabalho, reuniões, viagens, pode contribuir para a solidão. Além disso, uma pessoa bem-sucedida se encontra em altos cargos de direção e pode considerar inadequado fazer amizade com seus subordinados. Isso também diminui as chances de se socializar no trabalho.

    Uma terapia pode abordar esse sentimento de afastamento do mundo e ajuda-lo a identificar seus valores, suas prioridades. Uma pessoa que valoriza os amigos, a família pode entender que está dando ênfase demais no trabalho e que está perdendo tempo precioso em que poderia estar ao lado de quem ama. Além disso, a terapia pode encorajá-lo a encontrar maneiras de substituir o networking profissional por outras formas de se fazer amigos, de acordo com seus interesses. Muitas vezes a terapia ajuda inclusive a “descobrir” esses próprios interesses.

     

    #5

    A culpa que nasce com o sucesso

    Já ouvi de muitas pessoas bem-sucedidas: “Eu não posso reclamar de nada, pois eu tenho tudo. Eu não posso exigir nada de ninguém. Existem pessoas com muito mais problemas do que eu”. Muitas vezes, elas não se sentem no direito de demandar nada e, quando o fazem, sentem-se culpadas. Já ouvi de uma pessoa, por exemplo, que ela se sentia culpada por usar seu dinheiro para comprar um carro novo. E ela podia fazer isso.

    A terapia, muitas vezes, se concentra em ajudar as pessoas a mudar as suas crenças mais básicas para que elas possam parar de se sentir indignas do que conseguiram até aqui. É preciso reconhecer que seu sucesso tem sim um impacto sobre si e também sobre o mundo, e que ela pode sim usufruir (e partilhar) os frutos vindos de seu esforço. Sem culpa alguma.

     

    Esteja disposto a pedir ajuda

    A terapia pode resolver uma infinidade de problemas que acompanham os indivíduos, sejam eles bem-sucedidos ou não. Isso não é o importante, pois todos somos seres humanos com nossas fraquezas e fortalezas. Um bom profissional pode ajudá-lo a encontrar o seu caminho no mundo para atingir seu maior potencial, mesmo que você já se considere uma pessoa “bem-sucedida”.

    Caso tenha se decidido a fazer terapia, preencha o formulário aqui e saiba como posso atendê-lo (presencial ou online).

    Leia mais aqui sobre a Psicanálise.

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