• Como organizar o dia-a-dia?
    Por Alenne Namba

    Você sabe o quanto as habilidades de organização são importantes na vida, nos negócios, no trabalho, em família. Seria sensacional se conseguíssemos nos tornar eficientes em tudo o que fizéssemos. Mas você sabe que isso está bem fora da realidade, né?

    Mas é possível sim adquirir algumas habilidades capazes de te transformar em uma pessoa mais preparada, organizada, confiável em seus prazos e até mesmo pontual (sei que isso é bem difícil para muitas mulheres…).

    Então, como o final do ano está chegando e eu imagino que você queira iniciar 2015 lidando melhor com seu tempo, cuidando da sua rotina e iniciando novos projetos, decidi trazer dicas essenciais para você sobre a organização do seu dia-a-dia.

    1. Qual seu nível de organização?

    Não importa em que nível de organização você se encontra: você pode ser mega organizada ou não ter a menor noção de onde vai encontrar o sapato que usou na última festa. É importante que você saiba como se encontra seu nível de organização. Seja sincera e diga para si mesma onde você se encontra hoje no que diz respeito à arrumação da sua mesa de trabalho, do seu armário, das suas contas, da organização da casa.

    Por onde você quer começar? Talvez você esteja iniciando um novo negócio, talvez precise organizar suas finanças para o ano que vem, talvez precise fazer um balanço da quantidade de roupa que não usa mais. Portanto, faça uma lista de tarefas que tem de organizar.

    2. Encontre ajuda

    Se você puder contar (espontaneamente) com a ajuda de seu marido, esposa, filhos, funcionários, ótimo! Será excelente delegar tarefas para otimizar seu tempo. Mas se envolver a família for mais um motivo para dor de cabeça, faça o que precisa fazer escolhendo aquilo que está ao seu alcance.

    O que não está sob seu controle (por exemplo, a arrumação do armário do seu filho adolescente), deixe para o responsável tomar conta. Saiba desapegar do seu controle. E caso consiga ajuda, mostre sua lista de tarefas e pergunte como cada um pode contribuir mostrar-lhes o seu plano antes de finalizá-lo para que eles possam ter alguma contribuição também.

    3. Faça seu plano funcionar de verdade

    Crie um plano de gerenciamento do tempo começando pelas tarefas menores e mais fáceis da lista que você acabou de fazer, de modo a você se sentir mais confiante em completar tudo mais rapidamente. Começar pelas tarefas maiores e mais difíceis é caminho certo para o desânimo. Feito isso, separe as tarefas por dia da semana.

    Disponibilizo aqui para você a Ferramenta Para Fazer. Ela é muito simples, mas é uma das ferramentas chaves para um processo que tem como objetivo a gestão do tempo. Você precisará de post-its para colar em cada espaço da ferramenta a fim de incluir em cada dia da semana suas tarefas a serem feitas. Lembre-se que seu dia tem apenas 24 horas, portanto tente não sobrecarregá-lo de tarefas para não se frustrar depois.

    Eu sei que organizar tanto a vida pessoal quanto a profissional não é tarefa fácil, mas sei que estas dicas irão ajudá-lo a iniciar seu processo. E se utilizar a ferramenta Para Fazer, estou certa de que não irá desistir. Quando você começar a perceber sua vida em ordem e sua mente menos estressada, volte aqui e me conte como tem sido viver mais leve assim.

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  • mulher ansiosa
    Você é muito ansioso? Saiba se seu nível de ansiedade é normal.
    Por Alenne Namba

    A nossa sociedade atingiu um grau de estresse tal que agora nós nos preocupamos até com as nossas preocupações! Parece ou não insano?

    Se você é uma pessoa que se preocupa por se preocupar demais, não se entristeça, você não está sozinho. Muitas são as pessoas que se sentem ansiosas por serem ansiosas. Querem saber se estão bem, se são saudáveis, se são normais.

    Sempre que você tentar antecipadamente controlar um resultado negativo, você irá se sentir ansioso e preocupado. No trabalho, o estresse pode ser fruto de um prazo que seu chefe te deu para a entrega de um relatório. Em casa, o estresse pode ser fruto de uma nota baixa do seu filho e o medo da reprovação.

    Todos nos preocupamos em algum grau e em algum momento do dia. Tenho uma irmã que desde criança se preocupava na refeição anterior com o que comeria na refeição seguinte. (ela me mata se ler isso rsrsrsrs)

    Sempre que você tentar evitar algo ruim, medo e estresse irão ser reações automáticas. Portanto, eu te pergunto: Você sabe até que ponto a sua preocupação é normal?

    E é aí que entra aquela frase tão conhecida por todos nós: “Que eu tenha serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar; a coragem para mudar as coisas que eu posso mudar; e a sabedoria para discernir entre um e outro.”

    O que eu mais gosto neste ditado tão simples é que ele é um ótimo termômetro para que você possa medir seu nível de preocupação.

    Mas e aí, o que fazer quando a ansiedade chega?

    “Ok, Alenne, eu até tenho consciência disso, mas não sei o que fazer quando a ansiedade bate à minha porta”.

    Vamos lá, então, vou te ajudar a entender melhor.

    Eu preparei para você uma ferramenta que vai te auxiliar especificamente no que diz respeito à sua ansiedade. Ela é gratuita, bastante simples, autoexplicativa e fará com que você consiga, de uma vez por todas, domar esse monstro que insiste em te fazer visitinhas de vez em quando.

    Eu sei que você não consegue simplesmente parar de pensar sobre essas coisas que te preocupam, então, ao invés disso, coloque no papel o que realmente te preocupa. Muitas pesquisas sugerem que o ato de escrever sobre sua preocupação facilita que estes pensamentos negativos sumam da sua cabeça. Portanto, baixe aqui a ferramenta e escreva sobre o que você está tentando evitar e por que você acha que isso é ruim. Escreva como esse problema faz você se sentir e o porquê desses sentimentos.

    Baixe aqui a ferramenta Nível de Ansiedade.

    Aproveite e depois volte aqui para me dizer nos comentários o que achou desse pequeno presentinho que preparei para você. Sua leveza de espírito agradece…

    eBook Detox Mental

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  • O que fazer quando você se sente perdida?
    Por Alenne Namba

    Eu não sei você, mas eu também me sinto perdida muitas vezes. Eu também sou humana. E quando isso acontece minha cabeça fervilha em reflexões. E este é um momento de muitas reflexões para mim. E, por isso, revolvi vir aqui compartilhar uma delas com você que me acompanha e que também aprecia essas viagens da psiquê.

    Estou passando por um momento em que me sinto perdida, abalada. Justo neste momento em que acredito ter, enfim, encontrado meu sentido, meu significado. Agora acontece o inevitável e sinto que este inevitável acabou por me lançar para fora do caminho que trilhei até aqui.

    É hora de parar e sentar na relva, não fazer nada do que planejei. Mas o que posso fazer neste momento de pausa? O quê?

    Não posso fazer o caminho de volta (que é o que estou fazendo agora ao retomar velhos hábitos já superados). O que posso fazer é observar e, quem sabe, aprender.

    Posso observar o que vai se passar ao meu redor. Observar o que não depende de mim. Observar o princípio da realidade me atravessando e permitir essa travessia. Observar como ajo em relação a isso, como faço e o que faço com isso.

    Vou ter medo? Vou me transformar no bebê calado e acuado, preso na incubadora? Ou vou agir como a adulta que sou? Ou vou saber que isso, de fato, faz parte da vida? Vou entender que meus planos não são lei? Seria bom pra mim. Seria bom agir como adulta, seria bom saber que continuo tendo em mim sentido e significado; que não preciso me desfazer deles ao longo do caminho de volta.

    Agora, não se pode negar, é hora de parar, sentar e observar da relva o que vai se passar ao meu redor. E, nesse ínterim, fazer algo de útil e não de inútil.

    Quem sabe posso gastar minha energia conhecendo os arredores? Quem sabe não faça amizade com os locais? Quem sabe não aprenda algo com eles? Quem sabe?

    Posso deixar a realidade me atravessar, fazer parte de mim, da minha experiência agora. E ir vivendo o que é possível viver agora.

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