• 20 Sinais de que você está se relacionando com o homem errado
    Por Alenne Namba

    Você tem se relacionado com homens que te fazem sofrer?

    Faz parte do seu histórico homens não tão confiáveis?

    Você só tem encontrado homens que não querem compromisso?

    Se você respondeu sim para alguma dessas perguntas… Você precisa ler este artigo. E com muita atenção.

    Você se relaciona com homens assim e aposto que tem um desejo profundo de que, um dia, eles mudem. Estou certa?

    Você de vez em quando (ou de vez em sempre) também justifica alguns comportamentos dele?

    Eu sei bem o que é isso. Também já fui assim.

    Quando eu era criança, eu permitia que alguns coleguinhas da escola me tratassem mal. Alguns só eram mal-educados, outros chegavam a ser muito abusados e egoístas mesmo. E por que eu deixava que isso acontecesse? Por que eu tinha aprendido que tinha de ser uma “boa menina”.

    Se eu não fosse “boazinha”, poderia perder meus relacionamentos, meus amigos. O meu medo do abandono era grande…

    Além disso, durante minha adolescência, também tinha contato com homens que subjugavam suas mulheres, o que me fez acreditar que esse era o padrão normal entre um casal.

    Eu também tinha medo de que os homens não me aceitassem. Então eu me diminuía para que os outros gostassem de mim.

    Então é claro que no início da minha vida afetiva eu me relacionei com alguns homens errados.

    Eu era uma menina bem inteligente, muito até. E por isso mesmo acreditava que não estava fazendo nenhuma escolha errada. Eu não podia admitir que não seria capaz de perceber se estivesse entrando numa armadilha.

    Mas alguns deles foram arrogantes, espertinhos e me fizeram eu me sentir um lixo. Por conta disso, não me sentia bem comigo mesma e precisei me resgatar. Foi aí que comecei uma terapia com meus 15, 16 anos.

    Eu aprendi muito com minha primeira terapeuta. Aprendi que esses homens possuem um ego enorme e que eles precisam de “mulheres boazinhas” para conseguirem se sentir bem. Mulheres com um profundo medo de estarem sozinhas sempre serão atraídas para homens assim. Minhas clientes saberão bem do que estou falando. Totalmente Ferramenta Polaridades, né, meninas?

    Ali eu entendi por que cargas d´água eu estava fazendo dele uma prioridade quando claramente eu não era prioridade para ele. Isso, durante o namoro, eu não conseguia enxergar. Louco, não é?

    E para que você não caia na mesma cilada que eu caí e que muitas mulheres continuam caindo todos os dias, faço uma listinha com os Top 20 dos sinais de que você está se relacionando com o homem errado. É certo que essa lista ainda é muito pequena, mas já irá te ajudar a abrir os olhos enquanto há tempo.

    1. Ele acredita que você é sua posse e não sua companheira

    2.Ele nunca assume a responsabilidade por si mesmo, ele sempre distorce as coisas e coloca a culpa em você

    3.Ele dificilmente está disponível quando você precisa

    4. Ele ainda está ligado à sua ex

    5.Ele muda de humor como muda de roupa

    6. Você pisa em ovos para lidar com ele

    7.Ele te controla

    8. Você nunca tem certeza de com ele se sente com você, se está feliz ou não

    9. A opinião dele é mais importante do que a sua

    10.Você sente que sempre tem de provar algo para ele

    11.Ele não faz você se sentir valorizada

    12. Ele não te ajuda com seus objetivos

    13. Ele chega a te desestimular de seus sonhos

    14.Ele costuma trapacear em algumas situações

    15.Ele marca, mas nem sempre comparece

    16.Ele te interrompe quando você fala

    17. Você gasta tempo e energia tentando consertá-lo

    18. Ele não é capaz de se colocar no seu lugar

    19. Ele se contradiz o tempo todo

    20. Você tem um sonho de que ele faça alguma terapia

    Alguns sinais soam familiar para você? Então acenda o alerta vermelho…

    Você precisa repensar esse relacionamento com ele. Mas, mais importante ainda, você precisa repensar seu relacionamento consigo mesma, porque construir um relacionamento com você mesma é fundamental para começar a construir um relacionamento com outra pessoa.

    Tenha claro para você como é esse “homem ideal” e se os valores dele estão alinhados com os seus. Se você se contentar com pouco, irá receber pouco. Conheça-se, valorize-se, não desperdice seu tempo.

    E se você já se decidiu por se livrar do homem errado e colocou um ponto final no relacionamento que te fazia mal, aproveite para adquirir o Guia Completo – Saiba como superar o fim de um relacionamento. São 84 páginas com técnicas comprovadas, como exercícios e tomadas de consciência que te capacitam a transformar emoções e, mais importante, diminuir e até estancar seu sofrimento.

    botao_pagamento

    Leia mais
  • História que os clientes contam: EMPATIA

    Como essa nova Série do site está fazendo sucesso!

    Já recebi vários e-mails de leitores que se inspiraram na primeira história que postei (leia aqui).

    Por isso decidi não perder tempo e postar logo a segunda história que a mesma cliente enviou. Na verdade, ela me disse que são muitas as situações em que aplicou o que viveu no processo de Coaching e que ainda irá escrever mais histórias para nos inspirar. Eu só tenho a agradecer!!

    Por isso, vamos lá. Sente-se confortavelmente e aproveite essa linda história que nos mostra como podemos exercer a EMPATIA.

    “Certo dia, eu estava na escola quando uma colega me procurou. Ela estava muito aflita por causa de um aluno. Vânia é professora do EJA Interventivo, que atende alunos com diversas deficiências mentais. Disse-me que um aluno chegou com as costas marcadas por uma surra que levou da mãe e que os outros alunos estavam revoltados com aquilo, dizendo inclusive que era caso de polícia, Conselho Tutelar.

    Eu perguntei a ela se conhecia a mãe do menino. Ela me explicou que era uma mãe muito atenciosa, cuidadosa e presente. Que nunca soube de maus-tratos da parte dela. Que não tinha marido. Eu perguntei o que havia acontecido para ele levar a surra. Ela contou-me que ele é um jovem de 17 anos que se comporta como criança. Até anda pelado pela casa. Que estava pulando na cama até que a cama quebrou. Sua mãe lhe bateu com um pedaço da madeira da cama que havia quebrado.

    Vânia estava preocupadíssima porque o menino havia mostrado as marcas da surra para seus colegas de turma que, revoltados, disseram à professora que aquilo era caso de polícia ou, no mínimo, Conselho Tutelar. Ela se sentiu acuada e pensou que seria bom comunicar o fato à Direção da escola. Mas eu lhe pedi para que não o fizesse antes de falar com a mãe do aluno.

    Eu pensei nos motivos que tinham levado aquela mãe a fazer aquilo e refleti com ela. Muitas vezes, nós mães punimos nossos filhos de maneira grosseira. E sempre nos arrependemos. Temos nossos momentos de desequilíbrio, problemas pessoais e acabamos transferindo isso para os filhos em momentos de raiva. E sempre nos arrependemos. Ela concordou que também faz isso, de vez em quando.

    Chegamos à conclusão de que seria melhor procurar a mãe para uma conversa. Esclarecer tudo antes. E foi isso que ela fez.

    No dia seguinte, a colega me procurou novamente. Disse que conversou com a mãe e que eu estava certa. Ela estava profundamente arrependida. Ficou muito brava porque acabara de comprar aquela cama com muito sacrifício. Quando viu o menino quebrando a cama, perdeu a cabeça e bateu nele com uma ripa da própria cama. Disse que é muito difícil lidar com o filho, pois apesar de ter 17 anos, sua idade mental é de uma criança. Não adianta conversar, reclamar, explicar. Ele pouco entende.

    Depois da conversa com a mãe, Vânia sentiu-se aliviada por não ter tomado alguma atitude movida pela emoção do momento. Agradeceu a minha empatia para com ela pois sentiu-se acolhida e segura compartilhando o problema comigo. Eu me senti muito bem em poder ajudar uma colega que estava tão aflita e poder mostrar a ela que nem tudo é como parece ser.

    Muitas vezes nos sentimos perdidos achando que o problema não tem solução. Por isso, considero importante respirar fundo, refletir e considerar as várias alternativas de solução.”

    Anete Batista da Costa, professora

    E você? Tem alguma história sobre EMPATIA para nos contar? Clique aqui para enviar sua história.

    Vamos compartilhar o que há de bom em nossas ações. Participe também desse grupo inspirador!

    Leia mais
  • Histórias que os clientes contam: SUPERAÇÃO

    Hoje inicio mais uma série no site. Vou começar a postar Histórias que os Clientes Contam. Histórias de superação, de transformação, de coragem, todas resultado de um processo de Coaching bem feito.

    Fique de olho! Você irá aprender muito com a experiência de outras pessoas que também estão em busca de equilíbrio.

    “Numa quarta-feira à tarde, minha irmã mandou um convite para participar de um passeio de bicicleta que aconteceria à noite. Fiquei curiosa, mas não muito animada. Estava cansada e não via como deixar os meninos em casa para ir. Além do que tive medo do percurso. Voltei a pedalar depois de muitos anos parada e estava fazendo um percurso de 6 km, 3 vezes por semana, no Taguaparque (Taguatinga – DF). Naquela semana ainda não havia pedalado.

    À noite, minha irmã mandou um recado perguntando se eu iria. Num primeiro momento respondi que tinha que preparar uma sopa para o jantar e que não daria tempo. Ela insistiu. Acelerei as coisas, servi o jantar para os meninos, avisei minha mãe que iria pedalar e fui.

    Chegando ao local da concentração, encontrei com minha irmã, meu cunhado e mais três amigos. Saímos pelo Pistão Norte de Taguatinga em direção à via Estrutural. Pensei que iríamos para o Taguaparque, mas pegamos a pista no sentido Plano Piloto (Brasília). Minha bike estava com os pneus murchos e logo senti muita dificuldade e cansaço. Pedi ajuda a um dos participantes, que encheu os pneus e seguimos em frente.

    Em pouco tempo eu fui contagiada por um prazer indescritível. Sabia que teríamos que voltar pela EPTG e não seria fácil. Mas resolvi não pensar naquilo e comecei a conversar com uma moça que estava na turma. Meus amigos já haviam dito, que caso eu não conseguisse, iriam me “guinchar” – empurrar.

    Éramos 42 pessoas ao todo. Um ventinho delicioso me acariciava o rosto e a sensação era de muito prazer e realização. O tempo todo, minha irmã e duas colegas me incentivavam e me davam dicas para  um melhor desempenho nas pedaladas. Minha bike é estilo “pé duro”. Bem simples. Daquelas que a gente compra só pra passear um pouco. Mas eu já tinha pedalado algumas vezes na FLONA (Floresta Nacional – Brasília), cerca de 10 ou 15 km e tinha gostado muito.

    Senti um pouco de dificuldade na subida, que era curta. Mas, logo entramos no SIA e foi muito legal quando o “chefe” da turma ficou dando voltas (todos nós) em torno de um balão. Todos nós rimos muito e alguns fizeram várias fotos. Paramos num posto de gasolina para beber água, ir ao banheiro e fazer fotos.

    Seguimos pela EPTG (Sentido Taguatinga). Aí a coisa começou a ficar mais tensa. Muito trânsito. Fiquei com medo dos carros. A Janaína, uma ciclista que conheço me dava dicas e força pra continuar. O Chicão, seu marido, também me ajudou muito. Ele me empurrou no trajeto mais difícil, uma subida bem longa. Dizia o tempo todo que minha bike era “ruim, ruim, ruim” e eu nem conseguia rir de tão cansada. No entanto, estava muito feliz para ficar pra trás. Ao contrário, ele ia me dando muitas dicas e eu me sentia cada vez mais forte e capaz. Uma mulher passou por mim e disse: “Muito bem! Deixando as novinhas para trás!”, me senti o máximo nessa hora. Um homem também passou por mim e disse: “Gostei de ver! Você subiu forte, hein?!”

    Eu estava no pelotão de frente. Muita gente bem mais nova e mais magra que eu estava pra trás. Enquanto o Chicão dizia que eu tinha que trocar de bike eu ficava pensando na incrível peripércia que acabara de fazer. Pedalei por 31km sem preparo nenhum! Eu fui sem saber o percurso e nem me importei muito com isso. Curti durante todo o trajeto. Foi demais! Uma sensação de vitória e satisfação comigo mesma. Orgulho! Muito orgulho!

    Quando estava voltando pra casa, juntei-me a um grupo de três pessoas. Coincidentemente, o homem que havia me elogiado me reconheceu e voltou a dizer que eu tinha ido muito bem. Foi uma das melhores experiências da minha vida!

    Sou uma pessoa muito aventureira. Desde pequena eu gosto de mato e topo desafios. No entanto, por causa do excesso de peso e despreparo físico eu estava desanimada para praticar um esporte com afinco. O Coaching com a Alenne me ajudou muito a encarar esse “Pedal Noturno”. Ferramentas como “Impulsione-se”, “Infinitas Soluções” e “Círculo das Polaridades” me ajudaram a encarar melhor os desafios diários e este em especial. Imaginei que era capaz e reuni todas as minhas forças para chegar ao objetivo final. Deu certo. Manter o foco faz muita diferença.”

    Anete Batista, professora

    E você, o que achou dessa história?

    Quer participar? Clique aqui e mande sua história de superação também.

     

    Leia mais